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Metodologias Ágeis: o que são, benefícios e como implementar

  • Metodologias

Diante de uma era de transformação digital, é importante saber que essa nova realidade não é sinônimo de apenas  evolução tecnológica. As empresas devem repensar seus modelos de negócios para conseguir gerar mais valor para os clientes, e se destacar da concorrência.

Nesse contexto, as metodologias ágeis são uma excelente alternativa para reagir de forma mais rápida a tantas mudanças, permitindo que os gestores testem suas hipóteses continuamente, confirmem se estão trilhando o caminho certo, ou não com feedbacks rápidos e adaptação a mudanças. O que vai refletir em na otimização de custos e falhas, além de entregar o que é de maior valor no menor tempo possível.

Neste post, você vai conferir o que são, e como as metodologias ágeis podem impactar nos resultados do seu negócio.

O que é o Manifesto Ágil

Metodologias ágeis é um termo frequentemente utilizado para definir práticas, métodos, frameworks, processos e metodologias que estão relacionadas aos princípios e valores do manifesto ágil.

Elas podem ser classificadas em mais ou menos prescritivas dependendo do grau de liberdade que oferecem para aplicação de suas práticas. Na perspectiva de Martin Fowler e Jim Highsmith:

“Facilitar a mudança é mais eficaz do que tentar evitá-la. Aprenda a confiar na sua capacidade de responder a eventos imprevisíveis; é mais importante do que confiar em sua capacidade de se planejar para um desastre.”

O Manifesto Ágil, por sua vez, é uma declaração de princípios e valores para desenvolvimento de software que foi escrito e assinado em 2001 por 17 idealizadores reconhecidos por também serem autores de métodos, metodologias e frameworks.

Como surgiram as metodologias ágeis

O surgimento das metodologias ágeis tem início em 1915, com o Value Stream Mapping (VSM) — C. E. Knoeppel. Alguns anos mais tarde, em 1939, Shewhart mostrou a primeira versão do “Ciclo de Shewhart” no livro “Statistical Method from the Viewpoint of Quality Control” que contrasta a idéia do círculo com a antiga visão de especificação, produção e inspeção em linha.

Inspirada em grande parte na trabalho de Shewhart, em 1950 foi lançada a “Roda de Deming” com os seguintes passos:

  • design do produto;
  • construção do produto;
  • colocação no mercado;
  • testagem do serviço por meio de pesquisas de mercado, e descoberta do que o usuário pensa ou, porque o produto não foi consumido;
  • re-design do produto a partir das reações do consumidor sobre a qualidade e o preço.

No ano seguinte, em 1951, foi feita a correlação da Roda de Deming para o recém criado PDCA, no Seminário da União Japonesa dos Cientistas e Engenheiros (JUSE). Mais tarde, em 1955, temos o Sistema de Produção TOYOTA Taichii Ohno e Shigeo Shingo.

Passando para a década de 1960, o PDCA no Japão evoluiu para um ciclo de melhoria e uma ferramenta de gerenciamento. No livro de Lilrank e Kano “Continuous Improvement: Quality Control Circles in Japanese Industry” eles mostram as 7 ferramentas básicas: folha de verificação, histograma, Gráfico de Pareto, diagrama de espinha de peixe, gráficos, diagramas de dispersão e estratificação.

Esse é o princípio central da qualidade japonesa. Além do mais, tais ferramentas em conjunto com o ciclo PDCA e o QC story format tornaram-se a base para melhorias (kaizen) no Japão.

No processo histórico das metodologias ágeis, também é importante destacar:

O ano de 1987 é marcado por uma nova abordagem: a proposta do Seis-Sigma, cuja ideia fundamental é a utilização de técnicas estatísticas para prever e melhorar processos que foi desenvolvida na década de 1930 por Walter A. Shewhart.

A partir do Ciclo de Shewhart para Aprendizagem e Melhoria, em 1993 foi criado o PDSA cujo terceiro passo “S” que significa “Study” com foco em prever os resultados de um esforço de melhoria, estudando os resultados reais e comparando-os para, possivelmente, revisar a teoria.

De 1993 a 1996, temos a origem do SCRUM, Scrum Guide e eXtreme Programming — XP (Kent Beck), respectivamente. Então, o ano de 2001 é marcado pelo Manifesto ágil; seguido pelo Primeiro evento XP no Brasil, em 2002.

Já em 2003, ocorre a aplicação do Lean ao desenv. software. (livro: Lean Software Development: An Agile Toolkit, de Mary and Tom Poppendieck. E mais tarde, em 2008, tem-se o DEVOPS, de Patrick Debois.

Os últimos registros mais importantes são a publicação do livro Kanban Successful Evolutionary Change for your Technology Business, de David Anderson, no ano de 2010. E a publicação do livro The Lean Startup: How Today’s Entrepreneurs Use Continuous Innovation to Create Radically Successful Businesses, de Eric Ries, em 2011.

Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software

Com o manifesto para desenvolvimento ágil de softwares, descobrimos novas formas de aprimoramento, de modo a ajudar tanto nas operações internas, como inspirar outros negócios a fazerem isso. Esse trabalho tem como ponto central a valorização dos indivíduos e interações, em vez de processos e ferramentas.

O software em funcionamento se torna mais relevante que uma documentação abrangente. Ademais, a colaboração com o cliente é uma diretriz que sobrepõe a negociação de contratos, e responder a mudanças tem mais significado do que apenas seguir um plano.

Princípios por trás do Manifesto Ágil

A maior prioridade do Manifesto Ágil é satisfazer o cliente através da entrega contínua e adiantada de software com valor agregado. Mas também fazem parte da sua cultura os seguintes princípios:

  • mudanças nos requisitos são bem-vindas, mesmo tardiamente no desenvolvimento;
  • processos ágeis tiram vantagem das mudanças visando vantagem competitiva para o cliente;
  • entrega frequente de software funcionando — de poucas semanas a poucos meses —, com preferência à menor escala de tempo;
  • pessoas de negócio e desenvolvedores devem trabalhar diariamente em conjunto por todo o projeto;
  • construção de projetos em torno de indivíduos motivados;
  • criação do ambiente e o suporte necessário e confiança nos colaboradores para fazer o trabalho;
  • transmissão de informações entre membros de uma equipe de desenvolvimento por meio de conversa face a face;
  • software funcionando é a medida primária de progresso;
  • os processos ágeis promovem desenvolvimento sustentável;
  • os patrocinadores, desenvolvedores e usuários devem ser capazes de manter um ritmo constante indefinidamente;
  • contínua atenção à excelência técnica e bom design aumenta a agilidade;
  • simplicidade na arte de maximizar a quantidade de trabalho não realizado — isso é essencial;
  • as melhores arquiteturas, requisitos e designs emergem de equipes auto-organizáveis;
  • em intervalos regulares, a equipe reflete sobre como se tornar mais eficaz e então refina e ajusta seu comportamento de acordo.

Principais diferenças entre metodologias ágeis e tradicionais

De um modo geral, podemos dizer que os dois tipos de abordagem se distinguem pela forma como administram os elementos — prazo, especificações, qualidade e custos.

Tratando de um modo mais específico, o primeiro ponto divergente entre as metodologias ágil e tradicional será o planejamento. Embora, as duas modalidades exijam o delineamento de um plano de ações, enquanto no método tradicional cada passo é pensado com antecedência, no ágil esse processo é realizado de forma iterativa e incremental, de acordo com o que acontece no percurso de implementação.

Outro aspecto importante de distinção é que as metodologias ágeis contam com um orçamento e prazo fixo para desenvolver o projeto, mesmo que inicialmente ele não atenda a 100% das expectativas.

No cenário tradicional, o foco está nas especificações e no alcance de todos os detalhes pretendidos; a questão do orçamento e tempo de execução são detalhes secundários.

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Os benefícios das metodologias ágeis

Os métodos ágeis têm em comum o fato de serem bem aplicáveis a projetos complexos, utilizando ciclos iterativos curtos, planejamento guiado por entrega de valor, feedbacks constantes, transparência das informações, adaptação a mudanças, integração da equipe e proximidade com o cliente.

Assim, alguns aspectos e elementos devem ser considerados no processo de implementação das metodologias ágeis, como a cultura e estrutura organizacional, as práticas, ferramentas e técnicas de gerenciamento, o ambiente de negócios, as experiências, habilidades e competências dos integrantes, ideologias e motivações.

Ao aplicar a cultura ágil, a empresa obtém como principais benefícios:

  • a entrega contínua de valor;
  • o envolvimento do cliente;
  • a apuração de feedbacks constantes;
  • a simplicidade na execução das tarefas;
  • a facilidade na adaptação a mudanças.

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Usar metodologias ágeis NÃO significa

Há muito para se falar sobre esse item pode até ser pauta para outro artigo. Nos limitaremos aqui a apenas alguns pontos, mas não se limitam apenas aos citados abaixo.

Ser o único caminho para Business Agility

Uma frase muito legal dita por “Klaus Leopold” foi:

Business Agility é a capacidade de uma organização se adaptar rapidamente às mudanças nas condições do mercado.

Considerando esse contexto, fica claro que apenas os métodos ágeis não são suficientes para chegarmos ao Business Agility. Embora não seja o foco deste artigo detalhar sobre Business Agility, sua ideia é que — a cultura da organização, o nível de interação e colaboração entre as áreas da empresa, a mentalidade da filosofia Lean e Ágil, entre outras questões —, tudo isso influencia esse “caminho” para Business Agility.

Ser Ágil

Podemos implementar e executar um ou mais métodos ágeis na organização, mas isso não garante que seremos ágeis! Os métodos facilitam e ajudam a operacionalizar e tangibilizar os valores e princípios ágeis.

Mas apenas utilizar um método ágil e estando com a mentalidade incorreta, de nada valerá a aplicação do respectivo método. Um grande exemplo é executar o “Framework Scrum” com a mentalidade cascata, onde apenas após 12 Sprints (independentemente do tamanho da Sprint), tendo entregas sequênciais, completas e totais de:

  • entendimento;
  • especificação;
  • prototipação;
  • desenvolvimento;
  • testes;
  • homologação e implantação do produto/resultado estará disponível ao cliente/usuário/negócio/mercado.

Lembrando que, ser ágil também é atuar com um conjunto de valores e princípios Lean e Ágeis.

Se isolar ou criar silos

Os métodos ágeis são coletivos e colaborativos. Precisam de pessoas e são para as pessoas. Não há resultado positivo em um método ágil se ele fica para uma pessoa ou apenas para um time. A interação entre as pessoas juntamente com o método ágil e mentalidade adequados, possibilitam um resultado positivo.

Não documentar

Considerando o seguinte valor do Manifesto Ágil: Software em funcionamento mais que documentação abrangente.

A documentação é existente, só não precisa ser extremamente detalhada. Não é objetivo deste artigo se aprofundar nesse item também, mas consideremos que a documentação precisa estar em um nível de entendimento em que todos os envolvidos fiquem confortáveis com as informações e decisões acordadas.

Ademais, é indispensável que ele seja aplicado em conjunto com algumas práticas relacionadas, tais como: comunicação osmótica, radiadores de informação, equipe colocada (próxima, junta), entre outras.

Os métodos ágeis são menos prescritivos e tendem a não forçar a documentação ou a não documentação que o contexto exige.

Não planejar

É fato de que não teremos resultados positivos em ações ou resultados se não paramos para pensar sobre como será a estratégia de atuação, o porquê fazer, o que fazer e como fazer.

Dessa maneira, os métodos têm uma visão de planejamento que quando estão aderente à mentalidade adequada (Lean e Ágil por exemplo), proporciona o aumento da probabilidade de sucesso sobre o que queremos em nossos resultados. Afinal, não planejar é navegar à deriva!

Realizar uma transformação ágil

Não é apenas com a implementação de um método ágil que garantirá a tal da transformação ágil. O método ajudará na contextualização e operacionalização de parte, mas não do todo e é um meio, não o fim.

Quebrar processos da empresa

Não é por atuarmos com um método ágil que os processos da empresa. Sempre é uma questão à ser alinhada dentro do contexto sobre as sobreposições e inter-relacionamentos dos métodos ágeis e dos processos da empresa.

Ter pressa e/ou velocidade

Como diz a velha frase: “A pressa é inimiga da perfeição”. Agilidade e os métodos ágeis não necessariamente farão realizarmos as tarefas ou entregas mais rápidas. São vários os fatores que impactarão nisso e alguns pontos já foram descritos no item acima Ser Ágil.

Ter papéis ágeis formais

Ter nas empresas Treinadores Ágeis, Scrum Masters, PO’s ou outras nomenclaturas, não significa que o método será eficiente e eficaz.

Ter uma bala de prata

O método ágil não é a solução de todos os problemas que você precisa para seu contexto e para obter o benefício da agilidade.

Alguns métodos ágeis:

Separamos alguns métodos mais populares entre as metodologias ágeis.

SCRUM

  • Pilares: Transparência, inspeção e adaptação
  • Valores: Comprometimento, coragem, foco, abertura e respeito.
  • Papéis: Scrum Master, Product Owner e Time de Desenvolvimento.
  • Eventos: Sprint, Planejamento da Sprint, Reunião diária, Revisão da Sprint e Retrospectiva da Sprint.
  • Artefatos: Product Backlog, Sprint Backlog e incremento do produto.

KANBAN

  • Princípios Gerais: Visibilidade, fluxo puxado, colaboração para fazer o trabalho fluir e melhoria contínua.
  • Cadências: Standup Meeting, Replenishment, Delivery Planning, Risk Review, Service Delivery e Strategy Review.
  • Práticas: Visualize (com o quadro Kanban), limite o trabalho em progresso (work-in-progress), gerencie o fluxo, torne as práticas explicitas, implemente ciclos de feedback (feedback loops), melhore colaborativamente, evolua experimentalmente, através de modelos e métodos científicos.
  • Service Delivery Principles: Entenda e foque na necessidade do cliente e suas expectativas, gerencie o trabalho e deixe o time se auto-organizar em torno dele e, regularmente reveja o todo e suas políticas para melhorar os resultados.
  • Chance Management Principles: Comece com o que você faz agora (entenda os processos atuais e como são praticados atualmente), busque melhorias através de mudanças evolutivas e encoraje atos de liderança em todos os níveis.

Extreme Programming (XP)

  • Princípios: Feedback rápido, presumir simplicidade, mudanças incrementais, abraçar mudanças e trabalho de alta qualidade.
  • Valores: Comunicação, simplicidade, feedback, respeito e coragem.
  • Práticas: Jogo de Planejamento (Planning game), fases pequenas (small release), metáfora (metaphor), desenho simples (simple design), time coeso (whole team), testes de aceitação (customer tests), semana de 40 horas (sustainable pace), propriedade coletiva (collective ownership), programação pareada (pair programming), padronização do código (coding standards), desenvolvimento orientado a testes (test driven development) e integração contínua (continuous integration).

LEAN

  • Princípios: Eliminar desperdícios (funcionalidades incompletas, códigos incompletos, excesso de processo, criação de documentos, processos complexos, antecipar funcionalidades, trocas de tarefas, e espera e defeitos), amplificar o aprendizado, decidir o mais tarde possível, entregar o mais rápido possível, dar poder ao time, construir qualidade e otimizar o todo.

FDD

  • Cerimônias: Kick-off meeting, design (para criação de classes, métodos e documentações iniciais), Design Review (para aceitar ou rejeitar o design produzido), desenvolvimento, code review meeting e release meeting.
  • Artefatos: Diagramas UML, lista de requisitos e relatórios de progresso.
  • Papéis:  Chief Developers, Programadores, Chief Architect, Especialistas e Gerentes de Projeto.

Escolhendo a melhor metodologia ágil

O gerenciamento de um projeto ágil oferece vários caminhos para a realização do melhor trabalho. Assim, o Agile Scrum, por exemplo, vai funcionar para projetos que se encaixam em um ciclo de vida mais curtos, como sprints de uma a duas semanas.

Já na metodologia Agile Kanban, não há sprints de duração fixa. Por isso, ele vai funcionar bem para trabalhos contínuos, assim como para a entrega do produto.

Se trabalho não combina unicamente com um dos perfis anteriores, é possível combiná-lo com um modelo Waterfall, onde as atividades do projeto são listadas de atividades, divididas em fases sequenciais lineares, e o avanço por cada fase depende das entregas anteriores.

Portanto, não podemos dizer que exista uma categoria melhor ou pior. O segredo para o sucesso é encontrar aquela mais adequada para as necessidades da empresa.

Como aliar o uso da metodologia ágil e tradicional

Sim. As duas alternativas oferecem benefícios capazes de aumentar a competitividade da empresa. Então, o mais importante para que ambas sejam utilizadas de maneira eficiente é analisar qual metodologia se encaixa melhor em cada projeto.

Antes de tomar qualquer decisão, você também deve pensar na competência do time para operar tanto com o processo de desenvolvimento ágil quanto o tradicional. Além do mais, verificar as exigências de seus clientes é uma peça-chave para mesclar esses procedimentos com sucesso.

Ao enxergar o nosso ambiente de trabalho como um sistema complexo e fazer a aplicação das técnicas corretas para lidar com os aspectos desses dois conceitos a convivência entre métodos tradicionais e ágeis de gestão fica harmônica, permitindo também escalar os times de forma mais coesa.

Consequências de não usar metodologias ágeis no setor de TI

O setor de TI é um departamento em que a velocidades das mudanças é maior do que nas demais áreas de uma empresa. Na verdade, as inovações tecnológicas sempre passam pelo time de TI para depois serem implementadas globalmente.

As metodologias ágeis são ferramentas imprescindíveis para entregar projetos eficazes de forma rápida e que traga os resultados esperados. Assim, uma das principais consequências de não usá-las é obter um baixo nível de produção. A empresa perde a competitividade, e as chances de insatisfação dos clientes aumentam.

Expectativas para o futuro das metodologias ágeis

As metodologias ágeis surgiram da celeridade das startups, e a tendência é que elas ganhem cada vez mais espaço no cenário das grandes corporações. Um dos motivos para a implementação dessa nova abordagem é a transformação digital e a consequente necessidade de redução no tempo de entrega é a transformação digital.

O objetivo é acompanhar a velocidade em que as inovações acontecem e garantir resultados acertados. Com isso, também poderemos observar uma expansão do modelo ágil para outros setores das empresas além do TI, destacando-se os trabalhos multidisciplinares.

Como analisar os resultados das metodologias ágeis

A mensuração de resultados é uma etapa fundamental para qualquer estratégia implementada em um negócio. E com as metodologias ágeis não é diferente — elas servem para mostrar o que vem funcionando bem ou não, bem como amparar a tomada de decisões.

Nesse contexto, os gestores podem utilizar, por exemplo, gráficos de controle para acompanhar o andamento de cada ciclo até a sua conclusão, inclusive com análises dos problemas que surgem durante a execução dos trabalhos.

Há também o diagrama de fluxo cumulativo, que ajuda as equipes de Kanban a garantir um fluxo de trabalho uniforme. Os gerentes de projetos podem ainda medir a velocidade das equipes para rastrear a rapidez com que o seu time trabalha em backlogs.

Enfim, existe uma vasta gama de métricas para analisar os resultados das metodologias ágeis. E a escolha sobre qual caminho seguir depende das características de cada planejamento.

A importância de capacitar e treinar a equipe de TI

A capacitação da equipe de TI é um dos pilares para garantir a utilização eficiente das metodologias ágeis, e, consequentemente, resultados que gerem vantagem competitiva ao negócio. Afinal, não adianta investir nas melhores técnicas ou ferramentas, se quem vai usá-las não tem preparo para extrair o máximo de potencial delas.

Independentemente do tamanho da empresa ou área de atuação, as metodologias ágeis representam uma das estratégias mais modernas no cenário atual de desenvolvimento de softwares, sobretudo pelo fato de colocar o cliente como foco das suas ações.

A implementação de uma cultura ágil enseja muitos desafios, mas quando há um trabalho conjunto entre líderes e colaboradores, sem deixar de mencionar o aumento nas chances de alcançar resultados positivos.

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