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Gartner Symposium: Top 10 tendências

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Gartner Symposium espia o futuro e traz 10 tendências que impactam em infra e operações

Estivemos no Gartner Symposium este ano e trouxemos para você neste artigo as principais tendências e tecnologias que estão no mercado e são utilizadas em empresas que contam com a área de infraestrutura e operações.

No mundo real nós desejamos fazer muitas coisas e implantar diversas atividades cada vez mais digitais e tecnológicas em nossa empresa, mas nem sempre o que programamos é possível de realizar no estalar dos dedos. São atividades que demandam tempo, pesquisa, esforço e investimento.

O primeiro passo que ressaltamos é a necessidade de observar o mercado e acompanhar de perto as mudanças.

Sem essa observação mais criteriosa, a sua empresa para de evoluir e, na Era Digital, apenas um dia já significa atraso.

“Nosso plano prático são as estratégias do amanhã que estão ligadas no que acontece hoje!”, Milind Govekar.

Nessa palestra foram abordados o tático e o estratégico.

A infraestrutura que criamos hoje vai ter um impacto direto na reputação corporativa e na experiência final dos usuários e isso vai muito além da TI.

Então, já deu para perceber que a tendência sempre foi e continuará sendo as estratégias, certo?

Vamos ver as melhores e mais modernas para serem aplicadas e como vão impactar infra e operações:

TOP 10 tendências e tecnologias segundo o Gartner Symposium

1 – Planejamento Geográfico

Olhando para as perspectivas de cargas de trabalho, clientes, como decidimos que tipo de workload usar, entre outras decisões, é necessário estar atento às regras específicas para cada região, analisando quais as regulamentações e exigências políticas.

Segundo analisamos no Gartner, devemos prestar atenção nas exigências de proteção de dados, por exemplo.

Em muitos países existem alguns tipos de dados precisam ficar fora ou dentro deles, isso é muito importante para a empresa, muitas workloads estão indo embora dependendo da localização.

Mas é claro que essa análise, planejamento e execução geográfico acaba desempenhando muito esforço da equipe, por isso é importante escolher parceiros de confiança.

Uma empresa com estrutura ágil exige essa ligação com fornecedor.

Hoje a infraestrutura está se tornando global e influída, como é algo de grande valor para as empresas desenvolverem, busque soluções fazendo parcerias de confiança.

2- Vantagem da Inteligência

As empresas acham que a vantagem é o quanto sua rede alcança. Segundo o Gartner, está Errado!

Bens duráveis que vão ser configurados de maneira remota para os próximos 5 anos vão exigir algum tipo de rede.

Os displays ligados a realidade virtual vão aumentar e consequentemente surgirão regulamentações e falta de espaço.

Conforme as redes se tornam úteis, começam a passar mais responsabilidade para a área de TI, que estão, então, desenvolvemos soluções e serviços que suprem essas responsabilidades, tornando tudo mais automatizado e prático.

Mas agora é hora de entregar um suporte para que essas soluções se mantenham ativas e eficazes!

Estamos vendo muitas empresas que já perceberam que utilizar serviços e experiências dos clientes, como workload específicos por exemplo, é a melhor alternativa.

Já é possível encontrar adicionais para ambientes específicos para corporação ou usuários.

Tudo começa a se conectar literalmente com uma quantidade gigante de dados.

Até quando e quanto de dados será possível manter?

Os carros automatizados são um ótimo exemplo. É o futuro da nossa direção, mas, as montadoras saberão qual o tipo de manutenção e a eficiência da frota?

Após centralizamos todas essas informações, como será possível gerir tudo isso?

A IOT trabalha na velocidade da luz. Já contamos com hiperconexão entre pessoas e coisas e pessoas com pessoas.

Pense em como a sua empresa vai gerir todas as informações ao longo prazo, já levando em consideração que o armazenamento na nuvem não será suficiente. Qual o adicional que vocês utilizarão?

3- Networking innovation GAP

Baseado na ideia que o grande problema enfrentado pelas empresas é o networking innovation, o Gartner Symposium deste ano sugeriu ter uma rede flexível de escalonagem, por exemplo, mesmo que isso ainda não seja o suficiente.

Existe uma nova versão que terá funções específicas, em que o administrador pode trabalhar de maneira automatizada e mais eficiente, mostrando que tipo de performance e latência vai precisar, baseado nas regras corporativas.

E é com essas regras que são feitos os monitoramentos em tempo real e, conforme a mudança do desempenho, muda também o volume, garantindo assim, que as regras sejam sempre mantidas com mudanças e evolução.

Quando falamos de DevOps, por exemplo, também precisamos de mais agilidade.

Temos a interface de comando e precisamos ter habilidades para usar, porque estará cada vez mais difícil. Nos tornamos limitados pelos ambientes complexos que temos e precisamos saber como lidar com isso.

Em 2020 as maiores empresas vão usar esse modelo de networking, suas equipes precisam estar conscientes dessas mudanças, a implementação automatizada vai ser muito importante.

4– APIs (Application Programming Interface)

O Gartner mostrou que temos as APIs por anos e focamos em aplicações e serviços.

E agora nesse mundo digital tratamos em integrações entre parceiros, com KPIs, fazendo monitoramento de custos e performance, visualização e inteligência artificial, é necessário um envolvimento cada vez maior.

Qual o tipo de integração que vamos querer ter?

Outras oportunidades vão aparecer para parceiros que vão trazer ambiente mais flexível, por isso é sempre indicado buscar por parceiros que sejam mais flexíveis, especialmente quando essa mudança grande acontece.

APIs são as portas de entrada nos sistemas, então garanta segurança adequada.

Muitas pessoas têm receio de entrar na nuvem por isso, mas se pensarem nos últimos 4 anos, quando lemos a respeito sobre algo que foi raqueado, normalmente é de empresa grande e não de algo que está dentro de cloud.

O principal ponto de acesso são os APIs e por esse motivo temos que controlá-los de perto.

5 – Reputação e Experiência Digital

A experiência do cliente em aplicações móveis tem uma média de delay de 2 segundos até começarem a procurar outro site!

Ou seja, você precisa criar uma rede que atenda esse usuário em 2 segundo e faça com que ele não saia do seu site,

Para isso você precisa conhecer sobre o seu usuário e mostrar sobre esse conhecimento para ele.

Garanta que o seu cliente saiba que a sua empresa entende sobre ele, passando a confiança de que terá um serviço rápido e sintam-se satisfeitos.

O foco é realizar um serviço de um para um e não mais comunicação da empresa para milhares.

Antes do usuário ir para pesquisar outro site e serviços, primeiro ele sofre a frustração com a sua empresa e é isso que não se pode deixar acontecer.

E não estamos apenas abordando a satisfação do cliente, isso envolve muito a reputação da empresa que passa a ser visível para muitas pessoas no twitter, facebook, etc. Esse é o poder das redes sociais, do networking.

Do ponto de vista estrutural as coisas precisam ser simples a ininterruptibilidade estará em muitos pontos quando tratamos desse assunto. Quando você diz que com a sua estrutura é possível utilizar seu site ou app em qualquer lugar e momento, já não está mais abordando um benefício, mas sim uma expectativa que os usuários já criaram.

Você precisa pensar em como a TI olha para a infraestrutura, como implementá-la, tudo será focado no cliente com uma latência menor e satisfação maior.

O impacto é refletido diretamente sobre a reputação e renda.

E como acreditamos que você já utilize DevOps, tudo isso vai entrar nesse aspecto e estará girando ao redor do cliente.

DevOps não cria aplicação rápida, mas sim boa o suficiente para entrar no mercado.

6- Novas Realidades

Vá além das tradicionais tendências presentes no mercado de TI.

Lembre-se de que 48% dos gastos da sua empresa não vão para a TI sobre responsabilidades deles.

Foque em provedores múltiplos, hoje as organizações vão em direção a isso.

Com as multinuvens você pode utilizar nuvens projetadas internamente, de telecomunicação ou outras nuvens de terceiros, permitindo executar cargas de trabalho com um custo menor e mais desempenho, evitar a migração de aplicativos legados para novas plataformas, além de não depender de ficar preso ao mesmo fornecedor e evitar latência.

Esteja de olho nas atualizações dos modelos para os servidores.

7 – Data Center as a Service (DCaaS)

A ideia aqui é criar novos serviços baseados no que já foi feito, pensar em uma estrutura de cima pra baixo.

As empresas podem encontrar regras e normas e prover isso para seus clientes, com menos desenvolvimento e mais impacto.

Qual o melhor lugar para fazer o serviço de TI? Com o data center como serviço, é possível pegar aplicações e estratégias de hardware e software, e fazer uma junção com base nas exigências do negócio para entregar algo novo para o cliente.

A estratégia geral na entrega de workload não é toda no cloud e isso muda a entrega de TI, que é baseada no risco e no valor.

8 – Adoção de Cloud Cuidadosa

Escolha aquilo que a sua empresa vai e não vai utilizar.

Conforme você começa a usar o Cloud, fica mais confortável com a infra e mais eficaz através dessas conexões.

Ao mesmo tempo começam a melhorar suas habilidades.

Migrações vagarosas que precisam primeiro ter uma nuvem segura e depois expandir para infra. A dica é usar um ecossistema que seja um parceiro como estratégia de crescimento.

A nuvem é muito mais complexa do que especialistas achavam e na verdade não estavam preparados para isso, já que só conhecem as ferramentas mais tradicionais.

Entenda qual o problema com o workload e faça uma equipe agressiva para resolver isso, assim faz com que a empresa aumente seu conhecimento.

Apesar de ser uma ideia mais complexa e custosa, essa é algo seguro e bom para introduzir a nuvem híbrida.

É uma tecnologia que todas as empresas vão ter e querer mover suas workloads, trata-se de algo mais eficiente, simples, intuitiva e segura.

9 – Capacidade de Otimização.

O uso do serviços e recursos On premises já é utilizado por muitos anos, mas existem diversas eficiências na área de TI que não é por culpa deles, já que os funcionários de TI precisam estar ocupados em manter a empresa funcionando.

No Gartner, observamos que os servidores básicos de TI ocupam em torno de 28% do tempo dos funcionários com serviços não produtivos.

Pense em colocar as ferramentas e processos nos lugares adequados e reduzir hardware de 15 a 30%, por exemplo.

Você consegue tornar a sua empresa mais eficiente com segurança.

Hoje, 40% dos servidores estão abertos aos hackers, apenas com atualizações conseguimos resolver alguns problemas.

45% das organizações que fazem esse trabalho com o workload de transferir e mudar, vão ter um gasto de até 70% nos próximos 70 meses.

Pense que o workload está funcionando 24h por dia, mas ele vai ter seu próprio fornecedor.

Muitas vezes você acaba pagando por um tempo ocioso, então uma mudança cultural dentro da TI é algo para se pensar.

Uma das maneiras de como fazer essa mudança cultural é o escalonamento, por exemplo, fazer a limitação dos dados também, e sempre procurar realmente por aqueles workload que faz sentido para sua empresa.

Se trata de um serviço que talvez você acredite não precisar, mas sempre quando o dia acaba, eles ainda estão operando, então não gaste dinheiro à toa.

10 – Gestão de Infra Estendida

As pessoas dificultam a complexidade da área de TI.

Quem é o dono do workload? Segundo o Gartner Symposium, é difícil fazer esta definição quando estamos em um ambiente virtual. Com quem fazer a conexão?

As vezes acontece uma fusão de fornecedores. Algumas aplicações estão tendo problemas, mas não é uma grande coisa. Para resolver essas questões e ter a melhor gestão possível, temos que ter uma visão horizontal.

Já que o objetivo é todos os serviços estarem vinculados, foque na otimização e evolução constante do mercado.

Se você desenvolve um planejamento para daqui 5 anos, precisa pensar em: o que vamos mudar hoje? Sempre visando a evolução da empresa.

Construa estratégias de entrega de infra baseada nas exigências dos negócios, pensem no ecossistema de entregas de negócios e façam a sua empresa crescer cada vez mais!

Vamos conversar sobre os seus projetos?

O time Objective conta com consultores especialistas em DevOps oferece consultoria, treinamento, implantação e serviços gerenciados de DevOps.

Elaboramos um plano de transformação cultural para reduzir drasticamente o tempo que a empresa leva para lançar novas iniciativas digitais.

Nossa análise é realizada por meio de nossa expertise e referência nacional em metodologias ágeis, proporcionando um planejamento estratégico e acompanhando a execução das ações sugeridas para acelerar o tempo do ciclo com base em maiores áreas de oportunidade, impacto nos negócios e velocidade de implantação.Nossa cultura de desenvolvimento ágil é estruturada através do conceito DevOps.

Insights do nosso time

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