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Design Inclusivo: como entregar produtos e serviços acessíveis através da tecnologia

  • User Experience e Design Thinking
  • Artigo

A acessibilidade é uma das principais discussões no desenvolvimento de um negócio na era digital. Isso porque, a experiência do usuário é determinante para destacar um produto ou serviço online. Nesse sentido, o design inclusivo também coloca o usuário em primeiro plano e busca facilitar o acesso e a usabilidade no ambiente digital, para entregar jornadas de compra satisfatórias independente de limitações, habilidades e contextos pessoais. 

Nesse artigo, você conhece mais sobre esse conceito e sua importância no desenvolvimento de produtos e serviços atuais e futuros.

Design Inclusivo: o que é e sua importância

Design Inclusivo é a criação de produtos e serviços com foco nas pessoas. Essa prática é desenhada com base na funcionalidade do produto e acessibilidade do usuário, de modo a entregar uma experiência satisfatória, independente de habilidades e deficiências que cada pessoa pode ter.

Nesse sentido, ao idealizar um novo projeto digital, é de suma importância agregar equipes de design. Isso porque, esses profissionais vão ser responsáveis por estruturar e adequar as propostas aos parâmetros inclusivos e assim, garantir entregas consistentes e funcionalidades de acordo com as necessidades do público.

Quais os princípios do Design Inclusivo?

Os produtos e serviços da sua empresa possuem uma estrutura inclusiva? Conheça abaixo os princípios do design inclusivo e identifique o nível de acessibilidade dentro das ofertas da sua empresa:

Equidade

A equidade ou experiência equivalente determina que o desenvolvimento de um produto ou serviço garanta a mesma usabilidade e experiência para diferentes contextos pessoais. Nesse sentido, ao considerar que cada indivíduo tem suas particularidades, é importante entender como seu público utiliza seu produto e se este entrega a mesma qualidade, eficiência e valor aos diferentes usuários.

Flexibilidade

A flexibilidade diz respeito ao contexto de cada indivíduo. Assim, é importante considerar as diversas situações em que o usuário poderá utilizar o produto ou serviço, de modo a garantir que a oferta atenda as necessidades do usuário independentemente das circunstâncias.

Consistência

A consistência de um produto está relacionada aos padrões de funcionalidade, comportamento e apresentação. Nesse sentido, é importante construir e padronizar recursos a longo prazo, para que os usuários reconheçam e reforcem seus conhecimentos sobre as funcionalidades da oferta.

Autonomia

A autonomia do usuário é um dos principais fatores do design inclusivo. Isso porque, quando o usuário tem a opção de escolha, ele pode definir suas necessidades individuais e a forma como vai interagir com o produto.

Priorizar o conteúdo

A priorização do conteúdo diz respeito a otimização visual e intuitiva da relação entre o layout e conteúdo, de forma a valorizar as informações, recursos e funções propostas ao usuário. Logo, ao projetar um produto é importante que ele seja facilmente compreensível e intuitivo.

Agregar valor

Um dos critérios da acessibilidade é a simplificação visual, logo, é necessário filtrar quais recursos vão agregar valor a experiência do usuário. Assim, o público terá contato e interação direta com as suas necessidades e aquilo que a empresa deseja oferecer.

Como aplicar o Design Inclusivo?

O primeiro passo para aplicar design inclusivo nos produtos e serviços é o diagnóstico das ofertas, que pode ser feito internamente, mas também através de parceiros externos. Isso porque, essa prática exige conhecimento técnico, sociocultural e uma quebra de vícios de trabalho. Por isso, ao agregar equipes de design externas a empresa ganha novas perspectivas e resultados inovadores. 

Em seguida, é preciso definir um planejamento estratégico para que o design inclusivo seja implementado por toda a organização, de modo a construir entregas coerentes e consistentes ao público. Nesse sentido, é importante que novos projetos também sejam alinhados a essa prática desde o início, assim, a empresa consegue se destacar no mercado e estabelecer padrões de experiência do usuário de acordo com seu público. 

Por fim, com os recursos definidos e desenvolvidos, chega a parte de testes e atualizações. Nesse ponto, é importante analisar como essas mudanças foram recebidas pelos usuários e adequar o que for necessário para atingir os critérios de usabilidade, funcionalidade, clareza e eficiência.

Quais os benefícios do Design Inclusivo?

Desenvolver produtos e serviços inclusivos é uma prática essencial para qualquer organização digital. Dessa maneira, um dos principais focos nos próximos anos é atualizar plataformas e softwares para entregar a personalização que a era digital exige. Esse esforço é acompanhado de inúmeros benefícios para as empresas, conheça alguns deles a seguir:

  • Fidelização com a marca
  • Recomendação espontânea
  • Evolução na comunicação
  • Atração de novos clientes
  • Reconhecimento em inovação

Além disso, o design inclusivo se torna peça chave na transformação digital de um negócio, visto que interfere diretamente na relação com o usuário e na experiência que a empresa quer oferecer ao seu público. 

Quer saber como o design inclusivo pode ser implementado no seu negócio? Converse com nossos especialistas e entenda como a Objective pode ajudar sua equipe a evoluir e se destacar no mercado.

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