< Insights

Gerar valor com IA é o novo desafio do mercado financeiro, diz CEO da Objective

  • Dados e IA
  • Artigo
  • Vídeo

Durante o Febraban Tech 2026, o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro do país, João Paulo, CEO da Objective, reforçou sobre o momento que empresas do setor financeiro estão vivendo em relação à inteligência artificial. A mensagem central: o debate já não é mais sobre o potencial da IA, é sobre como transformar esse potencial em resultado de negócio, sem perder o controle no caminho.

O hype já passou. Agora vem a parte difícil

“Todo mundo sabe que a tecnologia está avançando muito rápido”, afirma João Paulo. Mas, segundo ele, colocar agentes de inteligência artificial para operar em ambientes altamente regulados, como o financeiro, exige uma capacidade tecnológica muito maior do que simplesmente adotar uma nova ferramenta.

É preciso orquestrar dados confiáveis, governança, segurança e integração de processos. E, talvez o ponto mais frequentemente esquecido nas conversas sobre IA generativa: ter clareza sobre onde a decisão humana continua sendo necessária, mesmo com agentes operando parte real do negócio.

Essa combinação, tecnologia madura, governança rigorosa e julgamento humano no lugar certo, é o que separa um piloto de IA de uma operação de IA que efetivamente sustenta resultado.

A pergunta mudou

Para CIOs, CTOs e outros líderes de negócio, a questão deixou de ser “a IA funciona?” e passou a ser outra, mais difícil de responder: como transformar esse potencial em escala e resultado, sem perder o controle no caminho?

Essa é, segundo João Paulo, uma agenda que vai muito além da tecnologia em si. Envolve arquitetura, processos e um novo modelo de trabalho, construído não a partir de teoria, mas de resultados concretos obtidos com clientes reais do segmento financeiro.

Essa distinção importa. É fácil (e comum) falar de inteligência artificial em termos genéricos, capacidades, modelos, benchmarks. É bem mais difícil, e bem mais valioso, falar de como uma instituição financeira específica, com seus próprios sistemas legados, suas próprias exigências regulatórias e seu próprio apetite a risco, consegue de fato colocar isso em produção com segurança.

Por que o Febraban Tech

Foi por esse motivo que a Objective participou do Febraban Tech 2026: para se aproximar ainda mais do mercado financeiro e apoiar os líderes do setor neste momento específico, em que gerar valor com IA, e não apenas implementá-la, é o novo desafio.

Essa é também a lógica por trás do Atlas Objective, apresentado no estande da empresa durante o evento: um mapeamento de 18 territórios do mercado financeiro, cada um com sua própria cadeia de valor, seus próprios riscos e suas próprias oportunidades reais de IA. Porque, como a Objective vem reforçando, tratar o setor financeiro como um bloco único é o maior erro estratégico que uma empresa de tecnologia pode cometer.

O que fica

A fala de João Paulo resume um movimento que já está acontecendo dentro das áreas de tecnologia do setor financeiro: a maturidade em IA generativa deixou de ser medida pela quantidade de agentes implementados, e passou a ser medida pela capacidade de governar esses agentes com segurança, extrair resultado de negócio real, e manter claro, em cada etapa do processo, onde a decisão ainda deve ser humana.

Quer entender como isso se aplica ao seu território específico dentro do mercado financeiro? Entre em contato

Insights do nosso time

Obtenha insights do nosso time de especialistas sobre metodologias de desenvolvimento de software, linguagens, tecnologia e muito mais para apoiar o seu time na operação e estratégia de negócio.
Saiba mais sobre a Objective
Pergunte algo sobre nossa expertise, serviços e consultoria.