Objective projeta crescimento de 20% em receita de dados no ecossistema Databricks
Pioneira na implementação da arquitetura Lakehouse no Brasil, companhia combate o medo de custos imprevisíveis em nuvem com oferta agressiva de FinOps e acelera soluções com agentes de Inteligência Artificial
A Objective, multinacional brasileira que acelera a coevolução digital das organizações por meio de tecnologia, dados, processos e pessoas, anuncia uma projeção de crescimento de 20% em sua receita atrelada a serviços e implementações dentro do ecossistema Databricks para este e o próximo ano. A empresa já conquistou em 2025 o prêmio LATAM Data Intelligence Platform Partner of the Year, uma das chancelas mais importantes do setor, consolidando seu pioneirismo no mercado latino-americano.
A relação entre as duas companhias remonta aos primeiros anos da Databricks no Brasil. A Objective foi uma das primeiras consultorias a apostar e implementar a arquitetura Lakehouse no país, iniciando a parceria de forma pioneira, antes mesmo de a gigante de dados estabelecer uma presença física em solo nacional. Hoje, além da visibilidade institucional, a chancela se traduz em vantagens competitivas reais, como acesso prioritário ao roadmap tecnológico da Databricks no Kickoff anual e elegibilidade a incentivos financeiros para a criação de novos produtos de dados.
“O grande gap que a Databricks enxerga na América Latina, e que a Objective ajuda a preencher, é a capacidade técnica de transformar dados brutos em produtos que entreguem valor real e eficiente para o negócio das empresas, sem desperdício de recursos”, afirma Paulo Eduardo Vallim Magalhães, COO de Dados e IA da Objective.
Combatendo a dor do C-Level
Apesar do forte apelo da modernização de dados, a Objective identifica que os maiores desafios comerciais nas mesas de negociação ainda passam por fatores financeiros. O receio de que o consumo de nuvem saia do controle, agravado pela flutuação cambial do dólar, costuma frear os investimentos de presidentes e diretores de tecnologia.
Para quebrar essa barreira e demonstrar valor desde o primeiro dia, a Objective estruturou uma oferta agressiva de FinOps como porta de entrada para novos clientes. A companhia oferece uma garantia de redução de 20% nos custos de nuvem ou atua sob o modelo de Success Fee.
“A previsibilidade financeira é o que dá segurança para o cliente dar o primeiro passo. Quando desenhamos os pipelines de dados, o conceito de FinOps já nasce integrado à arquitetura. Isso elimina o receio do consumo desenfreado e abre portas para projetos de maior escala”, explica Magalhães.
Do piloto para a escala real
Outro grande diferencial da Objective tem sido a velocidade em traduzir os novos recursos da Databricks para o portfólio de negócios de seus clientes. Com o lançamento de inovações como o Agent Bricks e o Unity Catalog, a integradora adaptou suas ofertas de consultoria para o conceito de AI Agency. A proposta consiste no uso prático de agentes de Inteligência Artificial autônomos e integrados para resolver dores operacionais e gerar eficiência de negócio.
A robustez dessa entrega técnica é o que resolve um dos maiores problemas de projetos de dados corporativos: o gap entre o piloto e o ambiente de produção, onde 95% das iniciativas de IA costumam falhar.
Para demonstrar a escalabilidade das soluções, a Objective apoia-se em casos reais de alta performance executados na arquitetura Databricks, como o processamento, em tempo quase real, de mais de 2000 transações por minuto durante a Black Friday para um de seus grandes clientes.
Além de expandir a atuação na própria plataforma Databricks, a especialização da Objective contribui diretamente para fortalecer sua sinergia com os principais provedores de nuvem pública (AWS, Microsoft Azure e Google Cloud Platform). Na Azure, por exemplo, o consumo de Databricks equivale diretamente ao consumo da própria nuvem da Microsoft, o que estreita os laços com o hyperscaler e potencializa a geração de novos negócios em cadeia.
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