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Testes funcionais: saiba porque é fundamental para entrega de software de qualidade

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No cenário competitivo e dinâmico dos negócios modernos, a qualidade do software desempenha um papel essencial no sucesso das empresas. Uma prática fundamental para assegurar essa qualidade é a implementação de testes funcionais. Com o aumento da adoção de metodologias ágeis e práticas DevOps, a integração de testes funcionais no ciclo de desenvolvimento contínuo tornou-se indispensável para garantir entregas frequentes e de alta qualidade, como aponta um levantamento da Bitwise. 

Os testes funcionais têm como objetivo assegurar que cada função do software opere de acordo com as especificações e requisitos definidos. Eles validam todas as funcionalidades do sistema, garantindo que atendam aos critérios de aceitação e funcionem corretamente sob condições normais de uso. Centrados no comportamento do software, esses testes verificam a precisão das saídas com base em entradas específicas, assegurando que as operações de negócios e as interfaces de usuário funcionem conforme o esperado. Além disso, ajudam a identificar e corrigir defeitos nas primeiras fases do desenvolvimento, minimizando custos e a complexidade de reparos posteriores. 

Compreender a importância dos testes funcionais é importante para quem atua na operação de desenvolvimento de software, pois eles não apenas garantem a eficiência e a precisão dos sistemas, mas também mitigam riscos e promovem a competitividade da empresa no mercado. Este artigo explorará o conceito de testes funcionais, benefícios, boas práticas, tendências e também a diferença entre testes funcionais e testes não funcionais.

O que são testes funcionais e qual a sua importância?

Os testes funcionais são um tipo de teste de software que verifica se cada função do aplicativo opera em conformidade com os requisitos especificados. Focados em avaliar as funcionalidades do sistema, estes testes garantem que as ações realizadas pelos usuários e os resultados esperados estejam alinhados com as especificações. Em essência, os testes funcionais são executados para assegurar que o sistema atenda às necessidades dos usuários e funcione corretamente sob diferentes condições.

A importância dos testes funcionais não pode ser subestimada, um relatório do World Quality Report indica que 28% das empresas enfrentam desafios na entrega de qualidade do software, enfatizando a necessidade de testes funcionais robustos para garantir a qualidade. 

Sem contar que as empresas planejam aumentar cada vez mais o investimento em testes de automação funcional para melhorar a eficiência e a cobertura dos testes. Isso porque os testes funcionais são uma maneira de assegurar  a qualidade e a confiabilidade do software antes de seu lançamento ao mercado. 

Qual a diferença entre testes funcionais e não funcionais?

Os testes de software são categorizados em duas grandes áreas: testes funcionais e testes não funcionais. Ambos são essenciais para garantir a qualidade e a confiabilidade do software, mas eles focam em aspectos diferentes do sistema.

Os testes funcionais são amplamente utilizados em todas as fases do ciclo de desenvolvimento de software, sendo fundamentais para validar a conformidade com os requisitos de negócio antes da implementação de testes não funcionais. Um levantamento da PractiTest revela que a maioria das organizações começa com testes funcionais para garantir que o software atenda aos requisitos básicos de funcionamento antes de prosseguir para testes não funcionais mais complexo.

Embora igualmente importantes, os testes não funcionais são geralmente realizados após os testes funcionais, isso se deve ao fato de que eles exigem ambientes de teste mais complexos e muitas vezes são mais difíceis de automatizar. No entanto, à medida que as demandas por software de alta performance e segurança aumentam, a importância e a utilização de testes não funcionais também estão crescendo, especialmente em ambientes de desenvolvimento contínuo e ágil.

Testes funcionais

Verificam se o software funciona conforme o esperado e atende aos requisitos especificados, se concentram no que o sistema faz. O seu objetivo é garantir que cada função do software opere em conformidade com os requisitos especificados. Seus principais benefícios são a garantia de conformidade com os requisitos e detecção de falhas funcionais antes da implementação em produção.

Exemplos de testes funcionais:

  • Testes de unidade: verificam componentes individuais do código para garantir que funcionem corretamente.
  • Testes de integração: avaliam a interação entre diferentes módulos ou componentes do software.
  • Testes de sistema: testam o sistema como um todo para verificar se todas as funcionalidades trabalham em conjunto.
  • Testes de aceitação: validam se o software atende aos critérios de aceitação definidos pelo cliente. 

Testes não funcionais

Avaliam aspectos do software que não estão diretamente relacionados às funções específicas, mas que são críticos para a qualidade geral do sistema, se concentram em como o sistema realiza suas funções. É utilizado para avaliar a performance, usabilidade, segurança e outros atributos não funcionais do software. 

Exemplos de testes não funcionais: 

  • Testes de performance: avaliam a capacidade de resposta e estabilidade do sistema sob cargas variáveis.
  • Testes de segurança: verificam a proteção do sistema contra ataques e vulnerabilidades.
  • Testes de usabilidade: avaliam a facilidade de uso do software para os usuários finais.
  • Testes de confiabilidade: verificam a capacidade do software de funcionar corretamente em diversas condições sem falhas.

Para exemplificar melhor a diferença entre testes funcionais e não funcionais, veja a tabela comparativa: 

AspectoTestes funcionaisTestes não funcionais 
FocoFuncionalidade específicaQualidade geral do sistema
ObjectivoFuncionalidade específicaAvaliar desempenho, segurança e usabilidade. 
Técnicas comuns Caixa preta, baseado em cenários, baseado em dadosCarga, estresse, voluma, segurança
ExemplosTeste de unidade, integração, sistema, aceitaçãoTeste de performance, segurança, usabilidade, confiabilidade
Ferramentas ComunsSelenium, JUnit/NUnit, Cucumber, TestNG JMeter, LoadRunner, Burp Suite, OWASP ZAP

Tanto os testes funcionais quanto os não funcionais são essenciais para garantir um software de alta qualidade. Enquanto os testes funcionais se concentram em garantir que o sistema faça o que deveria fazer, os testes não funcionais se concentram em como o sistema executa suas funções em diferentes condições e ambientes. Juntos, esses testes asseguram que o software não só funcione conforme o esperado, mas também que seja robusto, seguro e eficiente.

Quais são os benefícios dos testes funcionais?

Com o crescimento da complexidade dos sistemas e a demanda por produtos confiáveis, foi necessário um método sistemático para verificar se as funcionalidades do software estavam implementadas corretamente e atendiam às expectativas dos usuários, foi aí que surgiram os testes funcionais. 

Atualmente a prática de testes funcionais se estabeleceu como um padrão essencial na indústria de software, isso se dá pelos seus inúmeros benefícios, sendo eles: 

Verificação da funcionalidade

Eles garantem que o software funcione conforme o esperado, testando as funções do sistema em relação aos requisitos especificados.

Identificação de bugs e falhas

Ajudam a identificar e corrigir bugs e falhas nas funcionalidades do software antes que ele seja lançado.

Facilitam a manutenção

Tornam mais fácil detectar problemas em novas versões do software ou em alterações de código, ajudando a manter a estabilidade do sistema ao longo do tempo.

Feedback rápido

Oferecem feedback imediato sobre o desempenho do software em relação às funcionalidades, permitindo ajustes rápidos.

Documentação do sistema

Fornecem documentação sobre como o sistema deve funcionar, o que pode ser útil para futuras referências e manutenção.

Como implementar testes funcionais?

Contrário à ideia de que apenas grandes empresas precisam investir em testes funcionais, qualquer empresa que desenvolva software, independentemente do setor, deve priorizar essa prática. Também não existe um momento ideal ou estágio do negócio para implementação de testes funcionais, isto deve ser feito durante o ciclo de desenvolvimento, desde as fases iniciais até a finalização do projeto. 

Esse processo é importante para garantir que o software não apenas atenda aos requisitos, mas também funcione perfeitamente. Aqui está um guia passo a passo para implementar testes funcionais com sucesso:

Entendimento dos requisitos

Compreenda completamente os requisitos e especificações do sistema. Isso inclui entender as funcionalidades que devem ser testadas e os critérios de aceitação.

Criação de casos de teste

Desenvolva casos de teste baseados nos requisitos. Cada caso de teste deve descrever uma condição específica a ser testada, os dados de entrada, as ações a serem executadas e os resultados esperados.

Configuração do ambiente de teste

Prepare o ambiente de teste para simular o ambiente de produção. Isso pode incluir a configuração de servidores, bancos de dados e outras dependências.

Execução dos testes

Execute os casos de teste, verificando se o sistema responde conforme o esperado. Isso pode ser feito manualmente ou usando ferramentas de automação de testes.

Registro dos resultados

Documente os resultados de cada teste, incluindo se o teste foi bem-sucedido ou falhou. Registre quaisquer erros encontrados e forneça detalhes sobre como reproduzi-los.

Análise e correção de defeitos

Analise os defeitos encontrados e trabalhe com a equipe de desenvolvimento para corrigi-los. Após as correções, execute os testes para garantir que os problemas foram resolvidos e que não surgiram novos problemas.

Revisão e ajustes

Revise os casos de teste e o processo de teste conforme necessário. Ajuste os casos de teste e o ambiente de teste com base no feedback e nas mudanças nos requisitos.

Automatização (Opcional)

Para projetos com testes funcionais repetitivos ou contínuos, considere a automação dos testes. Use ferramentas de automação para executar casos de teste de forma mais eficiente e consistente.

Essas etapas ajudam a garantir que o software esteja funcionando conforme o esperado e atenda às necessidades dos usuários finais.

Quais são as ferramentas de testes funcionais?

As ferramentas mais utilizadas podem variar conforme a região e o tipo de indústria, mas geralmente incluem Selenium, JUnit/NUnit, e Cucumber no topo da lista devido à sua robustez, flexibilidade e suporte da comunidade. Ferramentas comerciais como HP UFT e Katalon Studio também são amplamente adotadas em grandes organizações que necessitam de funcionalidades avançadas e suporte dedicado.

A escolha deve levar em consideração fatores como o tipo de aplicação, linguagem de programação utilizada, orçamento, e nível de integração necessário com outras ferramentas de desenvolvimento e operação. O importante é escolher uma ferramenta que facilite o processo, saiba mais sobre as opções disponíveis e suas características: 

Selenium

Uma das ferramentas mais populares para automação de testes funcionais de aplicações web, suporta várias linguagens de programação, incluindo Java, C#, Python, e JavaScript. Também suporta diferentes navegadores (Chrome, Firefox, IE, etc.), permite a execução de testes em paralelo e integração com várias outras ferramentas. É muito utilizada por sua flexibilidade e amplo suporte da comunidade.

Appium

Amplamente adotada para testes de aplicativos móveis devido à sua compatibilidade com diversas plataformas, é utilizada tanto para Android quanto para iOS. Baseada no Selenium, permite a automação de aplicativos híbridos, nativos e móveis, suportando múltiplas linguagens de programação.

JUnit/NUnit

Ferramentas de teste unitário para Java (JUnit) e .NET (NUnit). Embora focadas em testes unitários, são frequentemente utilizadas para testes funcionais também, tem como características principal sua simplicidade de uso, integração fácil com sistemas de CI/CD, e suporte para criação de testes parametrizados.

Cucumber

É popular entre equipes que adotam BDD (Behavior Driven Development) pela sua capacidade de unir requisitos de negócios com testes técnicos, pois é uma Ferramenta que suporta a metodologia BDD, permitindo escrever testes em linguagem natural (Gherkin). Integra-se com Selenium e outras ferramentas de automação, tornando os testes mais legíveis para pessoas não técnicas.

HP UFT (Unified Functional Testing)

Ferramenta comercial para automação de testes funcionais, suportando uma ampla gama de tecnologias como web, mobile, API e desktop. Tem interface amigável, suporte a várias tecnologias, e capacidades robustas de automação. É muito usada em grandes empresas que necessitam de uma solução robusta e integrada para testes.

Katalon Studio

É uma ferramenta de automação de testes que simplifica a automação de testes web, API, móveis e desktop.Tem interface intuitiva, suporte a múltiplas plataformas e fácil integração com CI/CD. Teve uma crescente popularidade devido à sua facilidade de uso e recursos abrangentes.

Quais os principais erros na implementação de testes funcionais e como evitá-los?

A implementação eficaz de testes funcionais depende de um planejamento adequado e uma cobertura abrangente. Além disso, adotar boas práticas, como a priorização de casos de teste e a integração com CI/CD, é fundamental para garantir a qualidade do software. No entanto, muitas empresas ainda cometem erros na implementação de testes funcionais. Para ajudar a evitar esses problemas, listamos os principais erros e como lidar com eles.

Falta de planejamento e estratégia

De acordo com uma pesquisa da Capgemini, 56% dos problemas de qualidade de software estão relacionados a uma má estratégia de teste, ou seja, em iniciar os testes sem um plano claro e uma estratégia definida, isso faz com que os testes sejam redundantes, cobertura insuficiente e falta de foco nos requisitos críticos. Para não cair nesse erro, desenvolva um plano de teste detalhado que cubra todos os aspectos críticos do software e garanta que todos os cenários críticos sejam cobertos e que os recursos de teste sejam alocados eficientemente.

Cobertura de teste inadequada

Um erro comum é testar apenas caminhos felizes e ignorar cenários de erro e casos extremos, dessa forma, muitos bugs podem passar despercebidos, resultando em falhas em produção. Para evitar esse tipo de problema, priorize casos de teste com base no risco e no impacto no negócio.

Automatização excessiva ou insuficiente

Automatizar tudo sem priorização ou não automatizar testes repetitivos e demorados, o que pode levar a altos custos de manutenção e retorno limitado sobre o investimento. Uma saída é automatizar testes repetitivos e demorados, enquanto mantém testes manuais para casos mais complexos e exploratórios. Isso reduz o tempo de execução de testes e melhora a cobertura sem comprometer a qualidade.

Dependência excessiva de dados de teste estáticos

Usar sempre os mesmos dados de teste, sem variá-los ou atualizá-los, isto resulta em falta de cobertura de cenários reais e potencial de não detectar bugs relacionados a diferentes entradas de dados. Para não cair neste erro, é indicado usar dados de teste variados e realistas e atualizar regularmente. 

Falta de integração com CI/CD

Não integrar os testes funcionais com os pipelines de CI/CD gera atrasos na detecção de bugs e problemas de integração. É indicado a integração de testes funcionais com o pipeline de CI/CD para execução contínua e feedback rápido. Isso gera uma detecção rápida de problemas e aumento da qualidade do software ao longo do ciclo de desenvolvimento.

Qual a importância de integração de testes funcionais e metodologias ágeis?

A relação entre testes funcionais e metodologias ágeis começa com a adoção dos princípios e práticas do desenvolvimento ágil, como o Manifesto Ágil, TDD, e Integração Contínua. Esta relação pode ser rastreada desde o surgimento do Manifesto Ágil em 2001, que estabeleceu os princípios fundamentais para o desenvolvimento ágil. 

Esses princípios promovem a entrega contínua e a colaboração, integrando naturalmente os testes funcionais no processo de desenvolvimento, por isso que metodologias ágeis são práticas importantes que ajudam a garantir a qualidade e a eficiência no desenvolvimento de software. 

Aqui estão os principais pontos que destaca essa importância:

Feedback rápido e contínuo

Em ambientes ágeis, as entregas são feitas em ciclos curtos (sprints), e a integração de testes funcionais permite que os desenvolvedores recebam feedback rápido sobre a qualidade do código. Isso ajuda a identificar e corrigir defeitos rapidamente, antes que eles se acumulem e se tornem mais difíceis de resolver. 

Melhoria da qualidade do software

Testes contínuos garantem que cada incremento de software seja testado e validado, assegurando que novas funcionalidades não introduzam novos defeitos. O seu principal benefício é manter a qualidade alta ao longo do ciclo de desenvolvimento, evitando regressões e garantindo que o software esteja sempre em um estado pronto para lançamento. 

Redução de riscos

A integração de testes funcionais ajuda a mitigar riscos ao detectar problemas precocemente no ciclo de desenvolvimento, isso reduz a probabilidade de problemas críticos serem encontrados em fases avançadas do projeto, onde o custo e o impacto de correção são maiores. 

Apoio à melhoria contínua

As metodologias ágeis incentivam a melhoria contínua e a integração de testes funcionais permite a execução regular de testes de regressão, além disso garante que novas funcionalidades não comprometam funcionalidades existentes e que o software evolua de forma estável e confiável. 

Automação de testes

A automação de testes funcionais é uma prática comum em ambientes ágeis para acelerar o processo de teste, isso permite a execução frequente e rápida de testes, liberando os testadores para se concentrarem em testes exploratórios e mais complexos, aumentando a cobertura e a eficácia dos testes. 

Qual é o futuro dos testes funcionais?

Os testes funcionais estão evoluindo rapidamente para acompanhar as demandas de desenvolvimento de software cada vez mais complexas e ágeis. A automação, inteligência artificial, ferramentas sem código e a integração contínua são apenas algumas das tendências que moldarão a maneira como os testes funcionais são realizados. 

Essas mudanças visam aumentar a eficiência, cobertura e qualidade dos testes, permitindo que as equipes de desenvolvimento entreguem software mais robusto e confiável de maneira mais rápida e eficiente. Saiba mais detalhes sobre as tendências dos testes funcionais: 

Automação aumentada

A automação de testes continuará a crescer, com o uso crescente de ferramentas mais avançadas e intuitivas. Ferramentas de automação com capacidades avançadas, como aprendizado de máquina (ML) e inteligência artificial (IA), irão melhorar a eficiência e a cobertura dos testes​. 

Inteligência Artificial e Machine Learning

A integração de IA e ML nos processos de teste está ganhando força, essas tecnologias podem prever áreas suscetíveis a falhas, otimizar a criação de casos de teste, e fornecer análise de dados mais inteligente para detectar padrões e anomalias​. 

Codeless Testing (Testes Sem Código)

Ferramentas de teste que não requerem codificação (codeless) estão se tornando mais populares, elas permitem que pessoas sem habilidades avançadas de programação possam criar, manter e executar testes, democratizando o processo de teste e reduzindo a dependência de desenvolvedores​. 

Integração Contínua e Entrega Contínua (CI/CD)

A integração de testes funcionais com pipelines CI/CD será ainda mais crítica, com isso testes contínuos garantirão que cada alteração no código seja testada automaticamente, permitindo uma entrega mais rápida e confiável de software​. 

Testes em ambientes de produção (Testing in production)

A prática de testar em ambientes de produção está se tornando mais aceita, especialmente com o uso de técnicas como Feature Toggles e Canary Releases. Isso permitirá a identificação de problemas que só se manifestam em ambientes reais de uso, melhorando a qualidade e a confiabilidade do software​. 

Testes de API e microserviços

Com a proliferação de arquiteturas baseadas em microsserviços, os testes de API se tornarão ainda mais importantes. Testar a comunicação entre microsserviços e a integridade das APIs será crucial para garantir a funcionalidade e a performance do sistema como um todo​. 

Testes de segurança funcional

A integração de testes de segurança nos testes funcionais se tornará uma prática comum. Garantir que as funcionalidades não introduzam vulnerabilidades de segurança será uma prioridade, especialmente com o aumento das ameaças cibernéticas​. 

Virtualização de serviços e ambientes de teste

A virtualização de serviços e ambientes de teste permitirá a simulação de diferentes cenários e condições de uso, isso facilitará a realização de testes abrangentes sem a necessidade de ambientes físicos complexos e caros​. 

A adoção de testes funcionais é essencial para garantir que o software atenda às especificações e requisitos de negócios, operando de maneira confiável e eficiente. A integração desses testes no ciclo de desenvolvimento contínuo não apenas melhora a qualidade do produto final, mas também reduz custos ao identificar e corrigir defeitos nas fases iniciais do desenvolvimento. Para maximizar os benefícios dos testes funcionais, contratar um parceiro especialista em testes pode ser uma decisão estratégica. 

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